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MÊS DAS MULHERES - 8 DE MARÇO - AS 6 MULHERES DE DESTAQUE NA BRUXARIA


As mulheres sempre foram a imagem, arquétipo e estereotipo da Bruxa e isso nem sempre foi positivo ou seguro. As mulheres já foram queimadas e acusadas de tais artes e algumas delas por mais que não soubessem este ofício eram mulheres e guerreiras por si só. A partir do século XIX tivemos muitos movimentos ocultistas e as mulheres foram ganhando espaço a partir desta época. Você as conhece?


Helena Blavatsky: fundou o grupo inspirada no espiritismo, uma religião nascente na época e que Blavatsky considerava estar cheia de falsos médiuns – tanto que a filosofia da Sociedade Teosófica é baseada na trindade composta por divino, humano e natural. Nômade por opção, madame Blavatsky continuou a se movimentar: viveu na Índia e passou pela Itália, Bélgica e Inglaterra, onde morreu em 1891, aos 59 anos.



Dion Fortune (Violet Mary Firth Evans): nasceu na Inglaterra em 1890, Dion Fortune desenvolveu um interesse pelo misticismo muito cedo: ainda jovem, afirmou ter uma visão de Atlântida, o continente perdido, e disse ser capaz de prever o futuro. Fortune estudou psicologia na Universidade de Londres e explorou o esoterismo no mesmo período em que Sigmund Freud e Carl Jung criavam suas teorias da mente humana.


Margareth Murray: Margaret Alice Murray foi uma proeminente arqueóloga, egiptóloga, historiadora, folclorista e antropóloga britânica. Foi a primeira mulher a ser nomeada como palestrante no Reino Unido. Estudiosa das primeiras manifestações da Bruxaria na Humanidade.

Maria da Conceição: tinha incríveis conhecimentos sobre ervas medicinais. A mulher usava as técnicas naturais que dominava para ajudar pessoas doentes na região. O ano era 1798 e, como quase todas as mulheres ligadas a esse tipo de sabedoria, Maria terminou na fogueira.


Laurie Cabot: nasceu como Mercedes Elizabeth Kearsey em 1933 na cidade de Wewoka, [Oklahoma]]. Cabot diz que desde criança mantém este interesse pelo ocultismo desenvolvendo-o em Boston enquanto se transformava numa jovem mulher que "assombrava" as paredes na Biblioteca Pública de Boston. Nos anos 50 trabalhou como dançarina no clube nocturno chamado "The Latin Quarter" propriedade de Lou Walters. Cabot foi questionada por Lou Walters para abrir o seu Las Vegas Latin Quarter cujo pedido recusou. Casou duas vezes e em cada casamento teve uma filha, Jody Cabot e Penny Cabot as quais foram criadas como bruxas.



Tânia Gori: Já nasceu predestinada a ter uma vida ligada a espiritualidade. Sua avó materna era filha de ciganos, e vivia no dia a dia muitas praticas desse povo, e durante sua vida compartilhou ensinamentos, rituais e até mesmo a leitura de tarot com sua neta. Com o passar do tempo a sede de conhecimento só aumentou. Tânia que havia aprendido muitas práticas espirituais ciganas com sua vó, percebeu que existia uma linha tênue entre o que havia aprendido e com a bruxaria. A partir desse momento sentiu a necessidade de fazer as próprias descobertas, e iniciou seus estudos na área.


Esta é uma homenagem que a Casa de Bruxa faz todas as mulheres que resistem ao preconceito e as profissionais que se dedicam ao estudo, pesquisa, prática da Bruxaria no Brasil e no Mundo.


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